domingo, 24 de novembro de 2013

À Rua À Rua



Oh! gente, haja um punhado de gente madura...
 
Algumas notas que podem servir para escrever um texto num Blog!
Todas elas escritas com raiva. Não vai adiantar nada
nem vai nunca ter alguma.
Vejamos sumariamente quem são eles, ou melhor
ainda de onde vieram! Curioso nunca pude entender-me com os que vieram da costa ocidental. Pensando bem, a «Luz» vem sempre do Oriente.
Mas, enfim, vejamos então o que eu queria.

A melhor e a maior pedreira do mundo, não faz castelo algum em lugar nenhum!
Não são as pedras que fazem o muro! É o cimento que liga as pedras, que as segura.

Portugal que teve homens que construíram castelos, barcos, marcas, que foram, deram a volta e voltaram, está a ser desfeito por ¿homens? que nada fazem além de desfazer o que custou e demorou 870 anos a fazer!
OH! Gente, que haja um punhado de Homens capazes!
O Conde de Andeiro, por muito pouco foi aberto por um canivete de espalhar manteiga.
Anos mais tarde, actos parecidos, levaram Manuel de Vasconcellos, brilhante secretário de Filipe III, a ser devolvido ao mundo por via de janela!
Quando o francês quis vir cá, fomos a banhos lá pr’ó Brasil.
Quando os nossos “inseparáveis amigos” de S. Majestade, nos entregaram um Ultimatum, pusemos um rei na rua, que não tinha culpa alguma.
Mais tarde os amigos de lá da Guarda, o padre e o celibato, tomaram conta da quinta até que depois, vieram os tropinhas e dizerem como era, ou como deveria ser.
Depois vieram tantos que a descrição ultrapassaria um dicionário, não pela qualidade mas pela quantidade!
OH! Gente, que haja um punhado de Homens capazes!

Que haja um punhado de gente madura, capaz de botar este bando de desordeiros na ordem. Que lhes mostre que a hora do recreio que há muito acabou. Ou mostram trabalho, ou que sejam postos na RUA! Não só eles. Eles e todos os que até agora estiveram de «engorda», que se vá atrás do que eles sacaram. Se se faz esse trabalho, se se cuida disso a todos os apoiantes ou simpatizantes com o Nacional-Socialismo, porque razão estarão estes isentos?

Aqueles cumpriam ordens, estes fazem-nas!
Àqueles não se perdoou. A estes dão-se apoios.
Que mundo é este?
Que mundo vivemos onde a figura máxima, a quem todos devemos obediência, premeia o assassino, e vota ao opróbrio o que salva o país da guerra intestina!?
Somos coniventes quando nada fazemos, e ficamos sentados à mesa do café … gemendo e chorando lágrimas não de crocodilo, mas de ineptos…

OH! Gente, saiamos à rua!
À RUA, À RUA…
À RUA, À RUA


Texto escrito em português não danificado.
O autor não subscreve o último acordo ortográfico.
 

Sem comentários: