Oh! gente, haja um punhado de gente madura...
Algumas
notas que podem servir para escrever um texto num Blog!
Todas
elas escritas com raiva. Não vai adiantar nada
nem vai
nunca ter alguma.
Vejamos
sumariamente quem são eles, ou melhor
ainda
de onde vieram! Curioso nunca pude entender-me com os que vieram da costa
ocidental. Pensando bem, a «Luz» vem sempre do Oriente.
Mas,
enfim, vejamos então o que eu queria.
A
melhor e a maior pedreira do mundo, não faz castelo algum em lugar nenhum!
Não são
as pedras que fazem o muro! É o cimento que liga as pedras, que as segura.
Portugal
que teve homens que construíram castelos, barcos, marcas, que foram, deram a
volta e voltaram, está a ser desfeito por ¿homens? que nada fazem além de desfazer
o que custou e demorou 870 anos a fazer!
OH!
Gente, que haja um punhado de Homens capazes!
O Conde
de Andeiro, por muito pouco foi aberto por um canivete de espalhar manteiga.
Anos
mais tarde, actos parecidos, levaram Manuel de Vasconcellos, brilhante
secretário de Filipe III, a ser devolvido ao mundo por via de janela!
Quando
o francês quis vir cá, fomos a banhos lá pr’ó Brasil.
Quando
os nossos “inseparáveis amigos” de S. Majestade, nos entregaram um Ultimatum,
pusemos um rei na rua, que não tinha culpa alguma.
Mais
tarde os amigos de lá da Guarda, o padre e o celibato, tomaram conta da quinta
até que depois, vieram os tropinhas e dizerem como era, ou como deveria ser.
Depois
vieram tantos que a descrição ultrapassaria um dicionário, não pela qualidade
mas pela quantidade!
OH!
Gente, que haja um punhado de Homens capazes!
Que
haja um punhado de gente madura, capaz de botar este bando de desordeiros na
ordem. Que lhes mostre que a hora do recreio que há muito acabou. Ou mostram
trabalho, ou que sejam postos na RUA! Não só eles. Eles e todos os que até
agora estiveram de «engorda», que se vá atrás do que eles sacaram. Se se faz
esse trabalho, se se cuida disso a todos os apoiantes ou simpatizantes com o
Nacional-Socialismo, porque razão estarão estes isentos?
Aqueles
cumpriam ordens, estes fazem-nas!
Àqueles
não se perdoou. A estes dão-se apoios.
Que
mundo é este?
Que
mundo vivemos onde a figura máxima, a quem todos devemos obediência, premeia o
assassino, e vota ao opróbrio o que salva o país da guerra intestina!?
Somos
coniventes quando nada fazemos, e ficamos sentados à mesa do café … gemendo e
chorando lágrimas não de crocodilo, mas de ineptos…
OH!
Gente, saiamos à rua!
À RUA,
À RUA…
À RUA,
À RUA
Texto escrito
em português não danificado.
O autor não subscreve o último acordo ortográfico.
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