Dormia
ainda, ou deitado ainda na cama, vinham coisas em catadupas como tem acontecido
ultimamente! Estranho, mas é, tem sido assim. Pensava em textos para escrever. Mas na verdade não há outra forma ou solução. Não podemos deixarmo-nos arrastar por uma vara louca de porcos, que
além de o serem ainda por cima são burros. (desculpas aos asininos).
Acordei,
melhor, levantei-me e fui para aquilo que chamo de escritório, e escrevi, e
escrevi e à mão, naquilo que chamo de caderno
diário.
Os libertadores matam o amor e destroem
bibliotecas e queimam museus.
1) A
primeira faz vida.
2) A segunda faz
progresso
3)
A terceira faz história.
Os ditadores dificultam o amor, mas
proliferam a fornicação.
Os ditadores
destroem o que nunca tiveram: conhecimento e saber.
Os ditadores
queimam a estrada da história para que não se saiba de onde vieram. Eles não vieram
…
D’onde:
1)
BÁEZ,
Fernando. História Universal da Destruição dos Livros, Trad Maria da Luz Veloso.
Lisboa, Texto Editora, 2009.
texto escrito em
Português não danificado



1 comentário:
Certíssimo!
Continue amigo Vadium, pois quem escreve assim não é "gago"!.
Um abraço.
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