segunda-feira, 1 de julho de 2013

Os libertadores matam o amor e destroem bibliotecas e queimam museus.





Dormia ainda, ou deitado ainda na cama, vinham coisas em catadupas como tem acontecido ultimamente! Estranho, mas é, tem sido assim. Pensava em textos para escrever.  Mas na verdade não há outra forma ou solução. Não podemos deixarmo-nos arrastar por uma vara louca de porcos, que além de o serem ainda por cima são burros. (desculpas aos asininos).

Acordei, melhor, levantei-me e fui para aquilo que chamo de escritório, e escrevi, e escrevi e à mão, naquilo que chamo de  caderno diário.

Os libertadores matam o amor e destroem bibliotecas e queimam museus.



1)    A primeira faz vida.  

2) A segunda faz progresso
3)  A terceira faz história.


Os ditadores dificultam o amor, mas proliferam a fornicação.

Os ditadores destroem o que nunca tiveram: conhecimento e saber.

Os ditadores queimam a estrada da história para que não se saiba de onde vieram. Eles não vieram … 


D’onde:
1)     BÁEZ, Fernando. História Universal da Destruição dos Livros, Trad Maria da Luz Veloso. Lisboa, Texto Editora, 2009.

                          texto escrito em Português não danificado






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