Ali, Paralistão.
Aqui os traidores já não se sentam. Não
ter lugar e ter que ir embora porque não há espaço, é muito mau.
Já não há cadeiras para eles.
Aqui é mau, muito mau, quando alguém
não tem cadeira e o chefe não dá o seu lugar para aquele que chega.
Ninguém acusa os Governos de conivência?
Ninguém acusa os Governos de traição
nacional?
Ninguém se lembra já de Vichy ?
«Esta nova guerra» e uma guerra de
submarinos.
Uns andam, outros andariam outros não
sei se chegarão a andar, todos no mar!
Não, alguns navegam por entre-portas, de
gabinetes e por entre governo, que não existe, porque é um «submarino»!
Só, curioso que por entre os países com
dificuldades ou com ditas dificuldades, actualmente na Europa, e que são
acusados de criarem os problemas, todos, ou quase todos, «tiveram» que comprar
submarinos?
Mas há mais, já «olharam» que os ditos
problemas são quase do mesmo valores que os tais subaquáticos?
Que alguns tenham querido vender, cada
um vende o que tem e o que pode!
Que alguns tenham comprado, sem puderem,
sem precisarem, sem terem objectivo específico, sem perguntarem, isso é muita
coisa.
A questão põe-se quando se compra,
sabendo que não faz falta, que cria dívida, e submete e compromete, todo um
país, é pouca a diferença para um acto de conivência aquando da ocupação do
país por um adversário. O adversário ocupa um território para usufruir dele
todos os seus bens, mesmo com prejuízo dos que lá estão.
Hoje não se usa mais «Panzers» ou
«Matildas» ou quiçá ainda «Bismaks».
Mas os piores submarinos. Os submarinos
dentro das grandes pontes de comando que são os governos de cada país.
Sempre que há conivência, há traição.
A traição é a pior das acções. Todas as
demais podem ser ocasionais. Aquelas são intencionais.
Repito no final.
Ninguém se lembra já de Vichy ?
Ninguém acusa os Governos de traição
nacional?
Ninguém acusa os Governos de conivência?
Texto escrito em português não danificado
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