sexta-feira, 8 de junho de 2012

Ninguém acusa os Governos de conivência?


Ali, Paralistão.
Aqui os traidores já não se sentam. Não ter lugar e ter que ir embora porque não há espaço, é muito mau.
Já não há cadeiras para eles.
Aqui é mau, muito mau, quando alguém não tem cadeira e o chefe não dá o seu lugar para aquele que chega.



Ninguém acusa os Governos de conivência?
Ninguém acusa os Governos de traição nacional?
Ninguém se lembra já de Vichy ?

«Esta nova guerra» e uma guerra de submarinos.
Uns andam, outros andariam outros não sei se chegarão a andar, todos no mar!
Não, alguns navegam por entre-portas, de gabinetes e por entre governo, que não existe, porque é um «submarino»!

Só, curioso que por entre os países com dificuldades ou com ditas dificuldades, actualmente na Europa, e que são acusados de criarem os problemas, todos, ou quase todos, «tiveram» que comprar submarinos?

Mas há mais, já «olharam» que os ditos problemas são quase do mesmo valores que os tais subaquáticos?

Que alguns tenham querido vender, cada um vende o que tem e o que pode!
Que alguns tenham comprado, sem puderem, sem precisarem, sem terem objectivo específico, sem perguntarem, isso é muita coisa.

A questão põe-se quando se compra, sabendo que não faz falta, que cria dívida, e submete e compromete, todo um país, é pouca a diferença para um acto de conivência aquando da ocupação do país por um adversário. O adversário ocupa um território para usufruir dele todos os seus bens, mesmo com prejuízo dos que lá estão.
Hoje não se usa mais «Panzers» ou «Matildas» ou quiçá ainda «Bismaks».
Mas os piores submarinos. Os submarinos dentro das grandes pontes de comando que são os governos de cada país.

Sempre que há conivência, há traição.
A traição é a pior das acções. Todas as demais podem ser ocasionais. Aquelas são intencionais.

Repito no final.

Ninguém se lembra já de Vichy ?
Ninguém acusa os Governos de traição nacional?
Ninguém acusa os Governos de conivência?



Texto escrito em português não danificado

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