segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Um novo abandono de soberania europeia

Un nouvel abandon de la souveraineté européenne
Um novo abandono de soberania europeia

Ali, Paralistão.
Hoje.

O meu amigo Vagabundo fez-me providencialmente chegar um texto que parte dele transcrevo…
A cada um a sua interpretação…

Affaire Swift

Un nouvel abandon de la souveraineté européenne
par Jean-Claude Paye* (1)

Une fois de plus l’Union européenne cède aux exigences de Washing-ton sans contrepartie : les États-Unis auront légalement accès aux in-formations bancaires des Européens, dès que le Traité de Lisbonne sera entré en vigueur et que le Parlement européen aura avalisé le nouvel accord. Au demeurant, avant même le vote parlementaire, ces dispositions sont déjà appliquées. Jean-Claude Paye analyse cette nouvelle concession.
Em @20100104, foi visto isto…
http://www.voltairenet.org/article163287.html

Tradução :

Negócio Swift

Um novo abandono de soberania europeia, por Jean-Claude Paye.

Uma vez mais a União Europeia cede às exigências de Washington sem contra partidas: os Estados Unidos terão legalmente acesso às informações bancárias dos Europeus, desde que o tratado de Lisboa entre em vigor e que o Parlamento europeu tenha avalizado o seu acordo. A pedido, antes mesmo do voto parlamentar, estas disposições são já aplicadas. «Jean-Claude Paye» analisa esta nova concessão.
(1) a referência ao autor está no original do texto.

Eu li o que recebera! Como sei que na terra de onde vim, ninguém lê, ninguém se cuida, achei por bem (sem pertencer aos achismos...) fazer saber por lá, o que eles andam fazendo pelo mundo!
Divirtam-se, façam festas, não resolve, mas ajuda, até ao juízo final (se o houver...)...

1 comentário:

Jorge da Paz Rodrigues disse...

Meu caro amigo:

Não foi por acaso que quase todos os governos dos países europeus fugiram, como o diabo da Cruz, a referendar o Tratado de Lisboa...

E o que narra só vem mais evidenciar que o "governo do povo, para o povo e pelo povo", na feliz e simples definição de Abe Lincoln, está cada vez mais esquecido.

Em Portugal abundam os indivíduos e são escassos os cidadãos: terrível verdade a que o meu amigo dá evidência, ainda que por forma indirecta.

É este um dos nossos grandes dramas, que tem levado o português ao melhor e ao pior e agora de forma extensiva a todos os europeus.

Para tanto muito tem contribuído a falta de uma educação estruturada e exigente, sem facilitismos.

A escola pública para todos foi uma das poucas coisas boas que a República implantou, mas em vez de se caminhar para incutir nos alunos o saber e a procura de saber sempre mais, premiando o mérito e censurando o demérito, tem-se ensinado praticamente só para melhorar as estatísticas...

Assim, os portugueses deixaram-se sitiar, os restantes europeus estiolam e a Ujnião Europeia não vai lá. É preciso fazer acreditar que somos capazes de fazer muito melhor e "fazer" mesmo!

Grande abraço de parabens pelo certeiro e oportuno texto,
Jorge da Paz.