O meu amigo vagabundo foi-me encontrar no lugar habitual!
Diz-me ele de súbito: tens visto a literatura?
Eu? Qual?
Como sabes a literatura também é falada!
AH! Pois, tens razão. A Literatura oral…
Mas não deixa de ser pois não?!!
Olha-me este agora vem-me ensinar a ler…
Oh vagabundo não me incomodes, nunca estás e agora…
Eu? Tu é que és vadio e depois … blá, blá blé…
A história repete-se
Toda a gente se lembra, e se não se lembram é mau, quando as forças, as tropas armadas, umas e outras não, ocuparam, a Áustria, mais tarde a Republica Checa, ninguém se cuidou. Não era com eles. Eram com os outros! Mas tropas iam avançando, cada vez mais para dentro de estados, de territórios alheios! Isto foi e é histórico! O que acontecia lá, também não dizia respeito a ninguém, seria lá com eles! Inicialmente começaram a incomodar os judeus. Queriam saber lá disso, até não eram judeus! Depois os que não eram arianos também foram incomodados!! Ninguém escutava, um que por lá andava avisar, que era preciso tomar cuidado, porque amanhã iriam incomodar o merceeiro do fim da rua. Se o incomodassem incomodariam toda gente!
Avisos foram –se sucedendo! Já há muito! Não eram comigo, eles que se não se metam onde não são chamados!!!
O famoso poeta alemão Heinrich Heine escrevia em 1821 que 'Onde queimam livros, acabam por queimar pessoas'." (além de poeta, famoso matemático)
O homem que mais tarde se tornaria conhecido, escreveu, que falou, do merceeiro, foi William Reich!
Não olhem a história, não, que já não vale a pena!!!
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1 comentário:
Pois é meu caro, antes de mais parabens pelo texto.
Com uma ou outra diferença a história de 1914-1918 já se repetiu em 1939-1945... sendo esta última guerra mundial ainda pior que a primeira.
Resta sinteticamente dizer que, sempre que não há justiça se corre o risco de não haverá paz!
E a liberdade (todas as liberdades), sempre que exercida com responsabilidade é um bem tão precioso que todos nos devemos empenhar na sua preservação.
Tri abração do Jorge da Paz
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