Foi-me enviada noticia do aparecimento
do PELINTRÃO
Novo elemento identificado a Ocidente da Península Ibérica, muito vulgar nesta região do planeta!
Nome do elemento: Pelintron, vulgo Pelintrão.
Tem como símbolo químico, Pl.
Não tem massa, e portanto de densidade (importância) nula!
Tem energia quase máxima, próxima do infinito, portanto, capacidade de produzir trabalho muito grande. Muito utilizada nesta mesma região!
Está localizado na coluna I da tabela periódica de Mendeliev,
ou na coluna 0 (zero) da tabela ocasional de Aldrabhet!
Sabe-se que pode e é frequente oscilar entre as camadas 32a e 32b, quando estas enquadradas!
Possui o numero atómico de 119, a seguir ao elemento 118, e na tabela de Mendeliev, sob o Francium com o numero 87.
O número de elementos elementares é de aproximadamente de 120; 2, 1, 8, 18, 32, 32, 18, 8, 1. O que dá os tais cerca de 120. Este número é aproximadamente 1/3 do numero de ele-mentos do núcleo central organizativo de todo os Pelintrões actuais.
Ainda na mesma tabela, é de 100% a abundância.
Tem como pontos de congelação -35º e de ebulição 1000º, sendo o seu ponto crítico de 1100º. O que dá facilidade de manobra sem perigos adicionais como é habitual em situações de agitação.
Possui só um elemento oscilante na ultima camada, em torno do seu núcleo, por isso a sua localização na coluna I, o que permite uma fácil acoplação a outros elementos embora seja fácil a sua desagregação.
Está em sérios avanços os seus estudos nos «Laboratórios Vadiais». Sabe-se ainda que não tem boa condução eléctrica bipolar, não sendo fácil a sua polarização, a sua giração obe-dece às leis de aleatoriedade...
Os Laboratórios Vadiais continuam a envidar os seus maiores esforços no estudo deste elemento, que se prevê muito útil nestes próximos tempos.
Visualização plausível no Q. Mendeliev:
2 -35
1 +1100
8 +1000
18
32 Pl 119
32 0
18 +1
8 [294] 100%
1
Ou ainda no Q. de Aldrabhet:
119,Pl,0,+1,(-35?, 1100 (!) ); (2,1,8,18,32,32,18,8,1.[294]100%.
Fica o aviso!
É preciso avisar a malta!
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1 comentário:
Meu caro Vadium:
Sem dúvida notável a investigação a que procedeu.
Já tinha ouvido falar que era uma espécie em crescimento muito rápido na população da Península Ibérica, especialmente na parte mais ocidental, em Portugal.
Segundo me informei, em Portugal já são mais de 3 milhões e com uma notável rapidez de crescimento.
De tal forma que, segundo estimativas credíveis, se prevê que, no prazo de 1 ano, cresçam para cerca de 10 milhões!
Dizem até que a principal razão reside nas "vitaminas" produzidas no laboratório "Socretinos", que lhes permite acelerar a propagação não só dos "pelintras", que são os mais recentes, como dos "pelintrões", que era uma espécie mais antiga, mas agora também em franco crescimento.
Segundo fui informado, tão rápido crescimento deve-se também ao facto de comerem pouco e até existem alguns que estão de tal forma desabituados de comer que lhes basta apanharem sol e beberem água da chuva para se alimentarem.
Têm, ao que sei, mas o laboratório do meu amigo poderá confirmar, uma vantagem sobre as outras espécies: são elegantes, jamais ficam obesos e, portanto, não padecem das doenças ligadas à obesidade.
Estou seriamente a pensar em investir nos pelintrões, para exportação, designadamente para aqueles países onde grassa a obesidade, mas gostaria de saber o que me aconselha.
Entretanto, um grande abraço deste vadio no Brasil
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