domingo, 26 de setembro de 2010

O problema do merceeiro do fim da rua é meu também!

O problema do merceeiro do fim da rua
é meu também!


Não sei bem o autor! Mas foi alguém nos inícios daquilo que viria a ser a II GG. Quando as tropas do III Reich entraram em Praga. Os problemas desenrolados lá, eram problemas de alguns, só a alguns dizia respeito. Quando os alguns já não eram só eles, eram também outros, a questão complicou-se. A questão só viria a terminar (será que terminou?) em finais de 1945!

Hoje, a França entendeu por bem tomar um caminho parecido com aquele que fez logo no inicio da IIGG. Expulsar, antes Judeus e outros, hoje Ciganos e outros virão mais tarde. Ques-tão de tempo e …

Interpelado, o presidente da França, não mais que um emigrante de 2ª geração, diz que a Alemanha vai fazer o mesmo! A Angela dirá que não! Não fará o mesmo, fará pior! Está já fazendo!

MAYENCE, Alemanha (Reuters) - Angela Merkel endureceu seu discurso, este sábado, sobre a inte-gração dos imigrantes na Alemanha, exigindo que aos estrangeiros que aprendam o idioma e a respeitar as leis do país de acolhimento. (1)
Que se respeite as leis da casa que nos recebe, é ele-mentar!
Esse principio será também válido para aqueles que vão à casa dos outros impor «modus vivendi»!??

Não nos esqueçamos de :
Não servir a quem serviu, e não pedir a quem pediu!

O problema do merceeiro do fim da rua é meu também!
Parafraseando Zeca Afonso, o que é preciso é avisar a malta.
E é mesmo !


Dado que a globalização anda rápido, tanto mais rápido quanto pior, o problema de lá pode ser nosso daqui também.


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(1) MAYENCE, Allemagne (Reuters) - Angela Merkel a durci samedi son discours sur l'intégration des immigrés en Allemagne en exigeant des étrangers qu'ils apprennent la langue et respectent les lois du pays d'accueil.
Nouvel Obseervateur : 25.09.2010 à 19h52, http://tempsreel.nouvelobs.com/index.html

1 comentário:

Jorge da Paz Rodrigues disse...

Meu caro Vadium:

O problema já está aí e há muito tempo, se bem que por cá seja mais problemático com os que vieram dos países africanos ditos de língua oficial portuguesa.

Só que ainda não passou pela cabeça dos nossos governantes agir "à francesa"... E ainda bem.

Parece que conseguimos convencer ciganos e africanos a enviar os filhos à escola, onde às vezes se verificam problemas, mas os nossos professores lá têm dado conta do recado.

Honra lhes seja e bem podem agradecer-lhes a semi-integração, pelo menos dos filhos dos emigrantes. Mas como, para além dos professores, pouco mais existe, é de temer que um dia a "coisa" rebente....

Daí concordar inteiramente consigo de que o problema é meu também!

Um abraço.