Paralistão, Ali.
(algures no tempo e no espaço)
Das novas que meu amigo mandou da minha terra, assustei-me ao aperceber-me destas. Fica aqui um comentário, só para que se saiba que nem tudo que não é falado é esquecido!
Síndrome de exaustão
Exaustão faz dos médicos a classe com mais suicídios
por PATRÍCIA JESUS, DN18 Março 2010.
A Ordem dos Médicos está preocupada com o aumento de casos da síndrome de burnout, ou de exaustão, (…)
Nídia Zózimo, que dirige o grupo de trabalho que a Ordem criou para tratar este problema, acrescenta que os psicólogos do grupo ficaram espantados com a percentagem de médicos que se automedicam - com calmantes e antidepressivos - ou mesmo com problemas de consumo de álcool e drogas (…)
A Ordem vai agora avançar para um estudo nacional, iniciativa que será revelada hoje num simpósio realizado em Lisboa.
Desta notícia, ninguém se lembra que há mais ou menos 20 anos atrás, a classe médica dificultou o aparecimento de novos médicos.
Só alunos com notas médias da classe de 19 a 20 valores con-seguiam entrar nas escolas médicas!
Eu aprendi na escola que tudo quanto sai da norma, é anormal! Anormal, é-o, por cima ou por baixo, só é anormal!
Ficaram ricos! Óptimo, só ficaram ricos! Trabalharam muito, não tiveram colegas para compartilharem, eram os únicos! Quiseram tudo para eles, e tiveram… Como mais nada tiveram para dar à sociedade, assim só deram o que ainda hoje têm, ou tinham: a vida! … também do mais, estavam vazios!!!
Esperemos que a sociedade ainda saiba «olhar» a lição, se é que ela ainda saberá!
Tomando de saber um provérbio indiano, da Índia, que nos diz que, «… o dinheiro só tem valor em casos de gravidade, por-que nessas ocasiões, ele não serve para nada, mostra que é o outro homem que ajuda, e não é o dinheiro…»!
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