segunda-feira, 22 de setembro de 2025

Acostomemos

Pode parecer estranho, pode sim!

Mas como também será de esperar, um vadio, de quando em vez, está, outras não está!

Quando está, não vadia, quando não está, está a vadiar!

É óbvio! 

Neste agora, estou numa dessas "estações"! 

Espero um comboio, para ir apanhar taxi! Acontece que  a viagem de comoboio, será curta e o caminho de taxi, não será rápida! 

Precalços da vadiagem! Quem unca vadiou, não sabe quanto custa a vadiagem!

Pensemos  na vadiagem!

Acostomemos à situação!

 

quarta-feira, 17 de janeiro de 2024

O Retorno, quiçá «Os Retornos»

 O Retorno, quiçá «Os Retornos».

Este foi o título que  eu dei a este novo texto!

Um texto só para voltar! Andando por fora, quando se volta é preciso recomeçar! É preciso Retornar!

Não irei escrever  muito, porque quem volta volta, volta sempre com medo!

E eu não sou diferente!

terça-feira, 21 de abril de 2020

ainda não entendi.

sábado, 11 de abril de 2020


Não existe alguém sem cara!
Não há efeito sem causa!
Há muito que ando por terras que ninguém pensa!
Porque pensar é difícil, complicado.
Por essas razões é que todos sem dizer nada a ninguém,
não pensam, esperam que o pensador chegue...
por vezes o pensador chega disfarçado de quem não sabe...
É, ... às vezes acontece...





sexta-feira, 3 de abril de 2020

Que seja breve a noticia!

Há tanto tempo que não escrevo aqui que já não sei se o meu amigo que costuma levar e trazer os meus textos da tal terrade onde eu vou mandando e ou enviando, já dizia eu, já não sei se anda por lá ou não!
Irei mandar assim mesmo!
Depois verei o  que acontece!
Que seja breve a noticia!

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

A lanterna do Toni



A lanterna do Toni

Um dia o Toni,
Deu-me uma lanterna.

Para quê, que eu
quereria, uma lanterna?
De dia brota luz,
forte, clara, amarela;
de noite, suave, prata e azul!
Curioso, ambas vêm do mesmo lugar!
Como se fossem diferentes!

Um dia faltou a luz.
Não!
A luz não faltou,
a Luz não falta, só não chega e . . .
. . . nem se perde pelo caminho.
A luz que sempre vem,
continuou a vir!
Ela, a luz sempre continuou ali!
Numa lanterna!!!

Um dia, que foi de noite,
precisei de Luz.
Simples, uma casa onde abundam
botões, interruptores e conectores,
precisei de luz. . .
. . . e não convinha usar nenhuma!

Foi assim que um dia,
que foi de noite, se fez presente o Toni. . .
na lanterna do Toni.


Os amigos para estarem presentes não precisam de andarem juntos como os casais, de mãos dadas!
Os amigos para estarem presentes, bastam estarem. . .

In Lx., 5/Fev./2018; 00h45!

quinta-feira, 20 de abril de 2017

«mis en scène» x «show off»



Há uma grande diferença (=/=) entre «mis en scène» e «show off»!
A diferença situa-se entre ter e mostrar.
Na verdade existe uma diferença! Existe sim um conjunto bem grande de diferenças! Entre uma e outra, a diferença vem logo desde o tempo em que elas, as expressões, nasceram ou começaram a serem usadas. A esta, ir-se-ão adicionar várias mais.
Das várias mais que se adicionarão, a primeira advém logo das próprias essências, das suas próprias definições! Três esquissos simples, mostrar-nos-ão a diferença, entre as expressões: 


Ter, «mis en scène»; ¡cultural, intelectual. Quem tem, executa o trabalho!
Mostrar, «show off»; ¡fanfarrão, exibicionista. Quem mostra, só mostra!


 


Da simples apreciação dos conceitos vemos logo que há, primeiro, um espaço que separa as duas primeiras. No primeiro caso, o que existe, existe para dentro. Quem não lá está, não saberá que existe ou não existe!
No primeiro caso, teremos como «mostra», ou exemplo todos os que são culturalmente introvertidos, tal como o  nome diz, «intro-vertidos! Virados para dentro!
No segundo desenho teremos alguém, ou «alguéns», como eu gosto de dizer, que mostra, que exibe! Ao exibir oferece a imagem da coisa, mas não a coisa!
Raramente acontece, mas acontece, que por vezes, as duas situações se sobrepõem! Mas nunca as duas exactamente! Porque as duas sobrepostas, uma das duas terá mais força, uma delas predominará sobre a outra! Nestas condições, o grave é que a segunda se sobreporá à outra! Quando não, muitas a segunda é bem mais forte que a primeira e esta aparece para justificar o aparecimento da segunda! Caíremos na primeira versão.   
É assim que iremos ter a aplicação dos conceitos que abriu este texto:


Geralmente quem quer mostrar que tem, quer mostrar o que queria ter! Mas não se sabe se tem ou não! É sobre este desconhecimento que «vive». Que se faz viver!
Acontece que no 1º caso temos a situação, num teatro, por exemplo, o que o autor da peça ou o director põem em cena, a peça! Ela tem que ser representada com ou sem público! É a representação que é importante. A Cena é posta em cena! «La scène est mis en place». Se houver público, óptimo! Se não houver público, tanto pior para ele, que não assistiu a um trabalho.
Acontece que no 2º caso, se não há público, não há festa! Não é a festa que é importante! Não é o acto de fazer o conteúdo! É o acto de mostrar a festa! Por isso é que uma «festa» (um comício) político há sempre uns quantos (¡ os borlas, às vezes nem isso) que estão, para garantir qure há público, que há para quem dar. . . para que haja «tempo e espaço» para o «show off»!
Hoje como já não há conteúdo, torna-se preciso criar situações para que haja «show off»! Tudo funciona como se uma carta tivesse que ser escrita!
A razão pela qual ela é escrita é diversa.
Num caso ela é escrita porque há assunto a enviar, a mandar, é um caso de «mis en scène».
Noutro caso ela será escrita só para impressionar, só para ser recebida, à parte o conteúdo, será o caso de «show off».
Hoje só se impressiona! Não há mais assunto a dizer, só falar!
Hoje a exibição do vazio de conteúdo, tornou-se o conteúdo!
É triste quando o «não-ter», o «não-ser», tornou-se, o conteúdo dos «sem-consteúdos».